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Bolsas da Europa tombam 1% com dúvidas quanto a acordo entre EUA e Irã e balanços corporativos

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(Imagem: Facebook/Börse Frankfurt)

Os índices europeus fecharam em forte queda nesta quinta-feira (7) devido às dúvidas quanto a um acordo de paz duradouro entre Estados Unidos e Irã, além da temporada de balanços corporativos.

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O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou as negociações com recuo de 1,10%, aos 616,42 pontos.

Entre os principais índices, o DAX, de Frankfurt, caiu 1,02%, aos 24.663,61 pontos; o CAC 40, de Paris, teve baixa de 1,17%, aos 8.202,08 pontos e; o índice FTSE 100, de Londres encerrou em queda de 1,55%, aos 10.276,95 pontos.

O que impulsionou os mercados europeus hoje?

Os mercados europeus seguiram atentos ao noticiário internacional com tratativas de paz entre Estados Unidos e Irã.

No entanto, um acordo definitivo para encerrar a guerra ainda não está na mesa de negociação. A perspectiva de uma trégua temporária contribuiu para que o sentimento de cautela predominasse no pregão desta quinta-feira.

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O plano está centrado em um memorando de curto prazo, em vez de um acordo de paz abrangente, ressaltando as profundas divisões entre os dois lados e sinalizando que qualquer acordo nesse estágio seria uma etapa provisória.

Já os preços do petróleo Brent para julho, referência no mercado internacional, operaram abaixo dos US$ 100 com o alívio das tensões.

O alívio dos temores geopolíticos, acrescido do alerta da Shell de que a produção no segundo trimestre será menor por conta da guerra, empurrou o papel da petrolífera para queda de 3,25%. Outras gigantes do setor de energia, como a BP e a TotalEnergies, também recuaram até 3%.

No radar dos investidores, a relação comercial da União Europeia com a China retomou os holofotes após Pequim acusar o bloco europeu de “coersão” por designar o país como “de alto risco”.

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Com isso, a China proibiu o financiamento de projetos que contam com inversores de energia chineses, dada a classificação atualizada do fornecedor.

*Com informações de Estadão Conteúdo e Reuters

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