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(REUTERS/Adriano Machado)
As eleições presidenciais estão cada vez mais perto e escolher alguns papéis pensando na vitória ou derrota de algum candidato pode ser uma boa oportunidade. Até o momento, as pesquisas sugerem que o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, irá disputar o segundo turno com Flávio Bolsonaro.
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Segundo a Genial, a provável queda de juros e o ano eleitoral de 2026 – com potencial de alternância de poder – podem servir como catalisador de fluxo e reprecificação de ativos domésticos. E nesse contexto, a B3 (B3SA3) se destaca como um dos principais veículos para capturar esse movimento.
“Com valuation atrativo e receitas cada vez mais diversificadas, que ajudam a mitigar o menor dinamismo do mercado de ações à vista, reiteramos nossa recomendação de compra para B3SA3”
A B3 guarda outros trunfos, porém. Segundo os analistas, o papel negocia bem abaixo de outras bolsa pelo mundo, com um preço sobre lucro de 14,4 vezes, contra 24,8 vezes da média global.
O preço-alvo é de R$ 22,10, implicando potencial de valorização de 24,3%.
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Concorrente é pedra no sapato
Por outro lado, dizem, o ambiente competitivo tende a se intensificar com o avanço das novas bolsas — A5X, no segmento de derivativos, e Base, no mercado à vista.
“Apesar de esperarmos impactos limitados no curto prazo, a possibilidade de entrada efetiva dessas plataformas deve permanecer no radar dos investidores. Após atrasos, a novas entrantes pretendem entrar em operação em 2027”.
Em entrevista ao Money Times, o CEO da Base Exchange, Claudio Pracownik, disse que a expectativa é de início das operações no primeiro quadrimestre ou, no limite, no primeiro semestre do próximo ano.
Como foi o trimestre da B3?
Em relatório, os analistas do Citi afirmaram que a B3 apresentou um trimestre “forte em termos de atividade de mercado”, com crescimento disseminado entre as diferentes linhas de receita.
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A dona da bolsa lucrou R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 33,1% ante igual intervalo de 2025, em meio a forte crescimento de receitas, diante de perspectivas de queda de taxas de juros, fluxo estrangeiro no mercado de ações e alta volatilidade nos mercados.
Na avaliação do banco, a companhia conseguiu combinar expansão das receitas com disciplina de custos, mesmo em um cenário ainda pressionado por juros elevados e incertezas macroeconômicas.
O Citi também destacou que a estratégia de diversificação de receitas segue funcionando para a companhia.
Mesmo com a recuperação do mercado de renda variável, os negócios fora das negociações de ações ainda representaram 77% da receita total da empresa no primeiro trimestre de 2026.
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Outro ponto que chamou atenção dos analistas foi o controle das despesas. Os custos ajustados cresceram apenas 6% em relação ao mesmo período do ano passado, ritmo bem inferior ao avanço das receitas.
Além disso, uma carga tributária menor do que a esperada ajudou a impulsionar os resultados da companhia. O Citi estima que a alíquota efetiva de impostos ficou em 28%, abaixo da projeção anterior de 34%.
“A menor carga tributária foi a cereja do bolo”, escreveram os analistas do banco.
Na visão do Citi, ainda existe espaço para novos resultados acima do consenso do mercado nos próximos trimestres, especialmente se a atividade nos mercados continuar resiliente.
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