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Ouro avança pelo 4º dia consecutivo com compra por BCs diante de incertezas no Oriente Médio

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(Imagem: Pexels/ Canva)

O ouro fechou em alta nesta sexta-feira (8), registrando ganhos pelo terceiro dia consecutivo com compras por parte dos bancos centrais, diante das incertezas sobre o conflito no Oriente Médio.

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Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para junho encerrou em alta de 0,42%, a US$ 4.730,70 por onça-troy. Na semana, o metal dourado avançou 1,95%.

Já a prata para julho avançou 0,85%, a US$ 80,865 por onça-troy.

O que movimentou o ouro hoje?

O metal dourado acompanhou o noticiário internacional, com a escalada de tensões entre Estados Unidos e Irã, que trocaram tiros na região do Golfo.

Apesar disso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu que o cessar-fogo continua vigente. Já o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que é esperada uma resposta do Irã quanto às tratativas diplomáticas.

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O Saxobank destaca que o mercado acompanhou os desdobramentos no Oriente Médio, após troca de ataques entre Estados Unidos e Irã, embora o presidente Donald Trump tenha afirmado que o cessar-fogo segue em vigor e que as partes trabalham, com mediação internacional, para retomar negociações.

O ING também vê suporte estrutural relevante vindo da China. Segundo o banco, o BC da China (PBoC) registrou em abril sua maior compra mensal de ouro em mais de um ano, ampliando para 18 meses consecutivos o ciclo de acumulação de reservas do metal.

Para os analistas da instituição, a demanda renovada por proteção ajudou a sustentar os preços, ainda que os ganhos permaneçam limitados pelo ambiente macroeconômico restritivo, marcado por juros reais elevados, dólar forte e menor expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) no curto prazo.

Com as compras dos bancos centrais permanecendo robustas, a recuperação da demanda por ETFs e as preocupações contínuas com déficits fiscais, o UBS BB prevê que o ouro avance para cerca de US$ 5.900 por onça-troy até o final do ano.

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Além disso, na avaliação do UBS, o ouro tende a ter bom desempenho quando as expectativas de crescimento econômico caem e os bancos centrais reduzem os juros, reforçando sua eficácia como proteção (“hedge”) e instrumento de diversificação de portfólio.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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