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Azzas (AZZA3) cai na bolsa com novo atrito entre Jatahy e Birman: entenda a troca de farpas

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A disputa no alto escalão da Azzas 2154 (AZZA3) volta a abalar a companhia. As ações recuam mais de 3% nesta terça-feira (12) e lideram a ponta negativa do Ibovespa (IBOV) em um novo desdobramento da relação entre Roberto Jatahy e Alexandre Birman.

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Em comunicado ao mercado, a varejista disse que foi “surpreendida” pela existência de um pedido judicial de Jatahy envolvendo a gestão da unidade de moda masculina.

De acordo com a companhia, compete ao presidente-executivo (CEO), Alexandre Birman, de decidir sobre a marca, nos termos do estatuto social. “Trata-se de assunto também regulado em Acordo de Acionistas da companhia, e não se esperam repercussões para a operação da companhia”, afirmou a Azzas 2154 em documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta manhã.

Por volta de 15h15, AZZA3 caía 4,89%, negociada a R$ 19,03.

O que causou a nova discórdia entre os executivos da Azzas

O colunista Lauro Jardim, d’O Globo, noticiou que a ação cautelar, conduzida pelo Salomão Advogados, busca impedir a desintegração da Reserva da unidade de negócios sob seu comando.

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A medida de Jatahy, ainda segundo o jornal, busca evitar a perda de R$ 116 milhões de Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização – métrica que mede resultado operacional) oriundos das sinergias da integração da marca.

NÃO VAI DAR PARA SEGURAR

Na última reorganização da companhia, o CEO Birman decidiu separar a Reserva da operação de moda que era liderada por Jatahy, no Rio de Janeiro. No entanto, a marca já estava em integração há um ano, com economias próximas de R$ 200 milhões, segundo o Pipeline, do Valor Econômico.

Mudar mais uma vez a gestão da marca implicaria em perder esses ganhos de eficiência, além de gerar mais gastos. Por isso, Jatahy contratou o escritório de advocacia Salomão Advogados para reverter a decisão de Birman.

Troca de farpas já vem de longe

Jatahy é ex-CEO do antigo Grupo Soma, enquanto Birman estava à frente da Arezzo. A integração das companhias, em um conglomerado que hoje controla marcas como Animale, Hering, Reserva, Arezzo e Farm, nunca foi fácil.

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Desde a fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma, em 2024, a companhia convive com uma elevada rotatividade no alto escalão, o que passou a levantar dúvidas sobre sua capacidade de reter talentos e sustentar uma estratégia consistente.

A mudança mais recente da marca Reserva faz parte da última reorganização depois de uma dança das cadeiras na empresa, que deixou Jatahy como diretor do segmento feminino.

Ela foi impulsionada pelo adeus de Ruy Kameyama, que liderava a unidade Fashion & Lifestyle, anunciado no começo de abril. Segundo fontes ouvidas pelo Globo, o executivo era uma das pontes mais importantes entre os dois sócios, e sua saída voltou a abalar as relações.

Com Money Times

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