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(Imagem: Montagem/Money Times)
A Azzas 2154 (AZZA3) informou à CVM que contratou o Itaú BBA para assessoria financeira na análise de alternativas estratégicas, mas afirmou que não há decisão tomada ou operação definida sobre eventual cisão entre sócios.
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O esclarecimento foi divulgado após questionamento da CVM sobre reportagem do jornal O Globo publicada em 15 de maio, que dizia que a companhia teria contratado o banco para assessorá-la em conversas sobre uma possível separação societária.
Segundo a Azzas 2154, a contratação tem caráter “preliminar e exploratório” e envolve análises econômico-financeiras de oportunidades que podem incluir a companhia, controladas ou ativos.
A empresa afirmou ainda que não existe, neste momento, fato relevante a ser divulgado nos termos da Resolução CVM nº 44/21.
Segundo O Globo, a contratação do Itaú foi conduzida por Eric Alencar, diretor financeiro da Azzas, após os grupos de Alexandre Birman e Roberto Jatahy avaliarem que a disputa jurídica em curso tornou praticamente inviável a continuidade da sociedade entre os egressos da Arezzo e do Grupo Soma.
Analistas do Citi disseram recentemente que as preocupações de governança em torno da Azzas já são amplamente conhecidas pelo mercado e estão em grande parte refletidas no preço atual das ações, com o papel sendo negociado a 7,0 vezes o lucro estimado para 2026 (P/L 2026E), com base na projeção ajustada de resultados do banco.
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