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(Imagem: iStock.com)
A Petrobras (PETR3;PETR4) afirmou ao veículo de notícias de tempo real Broadcast, em nota, que a execução financeira da companhia, incluindo os resultados de 2024 analisados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na sessão de terça-feira (19) reflete decisões de gestão alinhadas ao cenário de mercado e orientadas pela sustentabilidade da empresa, geração de valor e disciplina de capital.
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O acórdão do Tribunal apontou que a estatal executou, em 2024, uma política financeira desalinhada de seu próprio planejamento estratégico, com pagamento de dividendos e amortização de dívidas acima do previsto e investimentos abaixo das metas estabelecidas pela companhia.
Em resposta, a Petrobras ressaltou que seus planos estratégicos estabelecem diretrizes de longo prazo e são continuamente acompanhados e ajustados conforme fatores operacionais, regulatórios e econômicos que impactam a indústria de óleo e gás.
Nesse contexto, a petroleira disse que eventuais reprogramações nos valores investidos (capex) não representam descontinuidade dos projetos estratégicos, que vêm sendo concluídos conforme o planejado, inclusive com entregas ocorrendo de forma antecipada.
A estatal também afirmou que suas decisões sobre dividendos, endividamento e alocação de recursos seguem políticas aprovadas por seus órgãos de governança.
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Sobre a dívida, a Petrobras reiterou que o aumento decorreu principalmente de contratos de arrendamento, conforme divulgado em suas demonstrações financeiras, e declarou que vem mantendo níveis de endividamento considerados compatíveis com o porte e a capacidade de geração de caixa da companhia.
“O aumento da dívida decorreu principalmente de contratos de arrendamento, como informado em suas demonstrações financeiras. Ao longo dos últimos anos, a Petrobras vem mantendo níveis de endividamento considerados saudáveis e compatíveis com o porte e a capacidade de geração de caixa da companhia”, afirmou por meio de nota.
Por fim, a companhia observou que o TCU não identificou qualquer irregularidade em sua conduta e que as recomendações de aprimoramento indicadas pela Corte serão analisadas no âmbito da governança da empresa.
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