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Banco do Brasil (BBAS3), Copasa (CSMG3), Petrobras (PETR4) e outros destaques desta quinta-feira (21)

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(Imagem: Rmcarvalho)

Os juros sobre o capital próprio (JCP) do Banco do Brasil (BBAS3), o avanço na privatização da Copasa (CSMG3) e o movimento da Petrobras (PETR4) de olho nos preços dos combustíveis, são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (21).

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Confira os destaques corporativos de hoje

Banco do Brasil (BBAS3) aprova R$ 340,7 milhões em JCP aos acionistas

O Banco do Brasil (BBAS3) aprovou a distribuição de R$ 340,7 milhões em remuneração antecipada aos acionistas na forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), relativos ao segundo trimestre de 2026.

Segundo fato relevante divulgado pela instituição, o valor bruto corresponde a R$ 0,0597 por ação ordinária (ON).

O pagamento será realizado em 11 de junho de 2026, com base na posição acionária de 1º de junho de 2026. As ações serão negociadas “ex-direitos” a partir de 2 de junho de 2026.

O banco informou ainda que o crédito dos valores será feito em conta corrente, poupança-ouro ou por caixa. Acionistas com cadastro desatualizado terão os valores retidos até a regularização das informações em uma agência do BB.

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Para os investidores com ações custodiadas na Central Depositária da B3, os pagamentos serão repassados pela própria entidade aos respectivos agentes de custódia.

Copasa (CSMG3) avança em privatização e protocola pedido de oferta secundária de ações

A Copasa (CSMG3) protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de registro automático de oferta pública de distribuição secundária de, inicialmente, 171.113.881 ações ordinárias emitidas pela companhia e detidas pelo Estado de Minas Gerais, em mais um movimento rumo à aguardada privatização da companhia.

De acordo com o fato relevante divulgado pela companhia de saneamento na madrugada desta quinta-feira (21), a oferta será destinada ao público investidor em geral. Por ser uma oferta secundária, não haverá emissão de novas ações, apenas a venda por parte do governo mineiro.

Considerando o preço de fechamento das ações CSMG3 na véspera, de R$ 52,80, a operação pode movimentar R$ 9 bilhões, isso sem considerar eventuais lotes extras.

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De acordo com o cronograma, a fixação do preço por ação está prevista para 2 de junho.

A operação pode ter incremento de até 11,2%, equivalente a até 19.135.730 ações adicionais. A Copasa afirmou que não haverá lote suplementar previsto na regulamentação e, por isso, não haverá procedimento de estabilização de preço após a operação.

Petrobras (PETR4) adere à subvenção de combustíveis, de olho na política de preços

O conselho de administração da Petrobras (PETR4) aprovou a adesão da companhia à subvenção econômica aos produtores e importadores de combustíveis derivados de petróleo, mostra fato relevante divulgado ao mercado na noite de quarta-feira (20).

A subvenção econômica, prevista na Medida Provisória (MP) nº 1.358, trata de valores sobre a produção e a importação de gasolinas e de óleo diesel de uso rodoviário, nos termos da legislação vigente. O mecanismo prevê devolução de tributos para os produtores e importadores de gasolina e diesel.

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A medida viabiliza reajuste nos preços de combustíveis pela Petrobras com menor impacto nas bombas, em meio à pressão causada pela alta do petróleo. Segundo a estatal, tendo em vista o caráter facultativo e o potencial benefício, a compreensão é de que essa adesão é compatível com o interesse da companhia.

O movimento se soma aos programas de subvenção relacionados à comercialização de óleo diesel de uso rodoviário no território nacional já instituídos pelo Governo Federal.

Petrobras (PETR4) conclui compra de fatia em parceria com Lightsource bp em renováveis

A Petrobras (PETR4) concluiu a aquisição de 49,99% de participação nas subsidiárias da Lightsource bp no Brasil, consolidando uma parceria estratégica no segmento de energias renováveis onshore no país, incluindo armazenamento de energia.

A operação havia sido anunciada em dezembro de 2025 e foi finalizada após as aprovações regulatórias necessárias.

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A parceria foi estruturada como uma joint venture, com gestão compartilhada e Conselho de Administração formado em partes iguais por representantes das duas companhias.

Segundo a Petrobras, a iniciativa amplia sua atuação em geração solar e fontes renováveis no Brasil, em linha com o Plano de Negócios 2026–2030.

B3 aprova migração da Axia Energia (AXIA3) para Novo Mercado

A Axia Energia (AXIA3) anunciou na quarta-feira (20) que a B3 aprovou a migração das ações da companhia para o segmento de mais alta governança da bolsa de valores de São Paulo, o Novo Mercado.

A companhia, que busca simplificar a estrutura de capital, afirmou que com a migração terá apenas ações ordinárias, sob código AXIA3, e preferenciais classe C (AXIA7) conversíveis ou resgatáveis em sua totalidade até 2031.

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Os papéis preferenciais classes A1 e B1 serão convertidos em ações ordinárias na proporção de 1,1 ação ON para cada ação PNA1 ou PNB1, cujo último dia de negociação será 5 de junho.

O início da negociação das ações ordinárias decorrentes da conversão de papéis está previsto para 8 de junho.

Energisa (ENGI11) vende empresas de transmissão para a Taesa (TAEE11) por R$ 1,545 bilhão

A Energisa (ENGI11) anunciou ao mercado que, junto com sua controlada Energisa Transmissão de Energia, assinou contrato para a venda de cinco ativos de transmissão à Taesa (TAEE11) por R$ 1,545 bilhão.

O preço da operação com data base ao final de 2025 considera um “enterprise value” de R$ 2,293 bilhões e um valor da dívida líquida dos ativos de transmissão de R$ 748 milhões, resultando em um “equity value” de R$ 1,545 bilhão.

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Os ativos em questão são a Energisa Tocantins Transmissora de Energia I S.A. (ETT); Energisa Tocantins Transmissora de Energia II S.A. (ETT II), Energisa Pará Transmissora de Energia I S.A. (EPA I); Energisa Pará Transmissora de Energia II S.A. (EPA II); e Energisa Goiás Transmissora de Energia I S.A. (EGO).

O fechamento da operação está sujeito à satisfação (ou renúncia) de certas condições precedentes usuais para transações dessa natureza, incluindo a aprovação da Operação pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

GPA (PCAR3) vende participação na Stix para RD Saúde (RADL3) por R$ 23 milhões

O GPA (PCAR3) anunciou na quarta-feira (20) a venda da totalidade de sua participação na Stix Fidelidade e Inteligência para a RD Saúde (RADL3).

Segundo a companhia, foi celebrado um contrato para a alienação dos 66,7% detidos pelo GPA na Stix, encerrando a joint venture de programas de fidelidade formada entre as empresas.

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A operação prevê pagamento total de R$ 23 milhões ao GPA e ainda depende do cumprimento de condições precedentes, incluindo aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

As empresas também informaram que, caso a transação seja concluída, será firmado um acordo de transição para preservar a experiência dos clientes nas lojas durante o período de migração.

Nesse intervalo, GPA e RD manterão o programa Stix em condições operacionais equivalentes às atuais, incluindo a possibilidade de acúmulo e resgate de pontos pelos clientes do GPA.

Azzas 2154 (AZZA3) expõe disputas entre Roberto Jatahy e Alexandre Birman

A Azzas 2154 (AZZA3) tornou pública uma série de demandas societárias envolvendo os empresários Roberto Luiz Jatahy Gonçalves e Alexandre Café Birman, relacionadas à estrutura organizacional das unidades de vestuário feminino e masculino da companhia.

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Segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (20), os processos decorrem de divergências sobre gestão e governança da empresa formada pela combinação de negócios entre os grupos Arezzo e Soma, concluída em 2024.

Entre as ações divulgadas, Roberto Jatahy ajuizou, em 8 de maio de 2026, uma medida cautelar na 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).

O executivo pediu a manutenção da estrutura organizacional vigente antes de 22 de abril de 2026, além da preservação de seu cargo como Chief Brand Officer e da responsabilidade pela gestão das unidades de vestuário feminino e masculino.

Vamos (VAMO3) anuncia novo programa de recompra de ações de até 36,9 milhões de papéis

A Vamos (VAMO3) informou na quarta-feira (20) a aprovação de um novo programa de recompra de ações, após o vencimento do plano anterior.

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A companhia poderá recomprar até 36,9 milhões de ações ordinárias de própria emissão, volume equivalente a 7% das ações em circulação no mercado, respeitando os limites legais e regulatórios.

O programa terá duração de 18 meses, com início em 20 de maio de 2026 e término em 22 de novembro de 2027.

A Vamos destacou que a efetiva recompra da totalidade das ações dependerá, entre outros fatores, do saldo das reservas disponíveis e do atendimento às normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

As operações de recompra serão realizadas com recursos provenientes das reservas de lucro e de capital disponíveis da companhia, conforme as demonstrações financeiras divulgadas anteriormente à aquisição das ações.

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Nvidia (NVDA) supera expectativas com receita de US$ 81,6 bilhões

A Nvidia (NVDA) reportou resultados acima das expectativas do mercado no primeiro trimestre de 2026, com crescimento forte em Data Center e novo guidance acima do consenso de Wall Street.

A companhia registrou receita de US$ 81,6 bilhões no período, alta de 85% na comparação anual e acima das projeções do mercado, que giravam em torno de US$ 79 bilhões.

O lucro líquido somou US$ 58,3 bilhões, avanço de 211% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o lucro por ação diluído (EPS) GAAP atingiu US$ 2,39, acima da expectativa média de aproximadamente US$ 2,30.

Além dos resultados operacionais, a Nvidia anunciou uma nova autorização de recompra de ações de US$ 80 bilhões e elevou o dividendo trimestral de US$ 0,01 para US$ 0,25 por ação, reforçando a política de retorno de capital aos acionistas

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O principal destaque continuou sendo o segmento de Data Center, cuja receita atingiu US$ 75,2 bilhões, avanço anual de 92%.

*Com informações da Reuters

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