O movimento começou com a Movida. Agora, a Vamos (VAMO3) decidiu seguir o mesmo caminho e entrar na fila das empresas do grupo Simpar que estão recomprando as próprias ações na bolsa.
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A locadora de caminhões aprovou na última quarta-feira (21) um programa de recompra que pode retirar até 36,8 milhões de papéis de circulação do mercado, equivalente a cerca de 7% do total de ações hoje em circulação (free float).
A decisão chega em um momento particularmente delicado para a ação da empresa. Em apenas um mês, os papéis acumulam desvalorização superior a 23%, pressionados pelo ambiente de juros elevados e pela aversão do mercado a empresas intensivas em capital.
O programa de recompra começou ontem (20) e poderá ser estendido por até 18 meses, com validade até 22 de novembro de 2027.
Por trás da recompra de ações da Vamos (VAMO3)
Programas de recompra costumam carregar uma mensagem importante para os investidores: a de que a própria empresa acredita que suas ações estão negociadas abaixo do valor considerado justo.
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Na prática, é como se a companhia dissesse ao investidor que, nos preços atuais, prefere comprar o próprio papel em vez de buscar outras formas de alocação de capital.
No caso da Vamos, a empresa afirma que o objetivo da operação é a “maximização de valor ao acionista”.
Além do efeito simbólico, a recompra também tem impacto financeiro direto para quem permanece sócio da empresa: ela funciona como uma espécie de “dividendos indiretos”.
Isso porque, quando uma companhia retira ações de circulação e eventualmente cancela esses papéis, cada acionista passa a deter uma fatia proporcionalmente maior da empresa.
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Dessa forma, o investidor consequentemente acaba tendo direito a uma fatia maior do lucro e dos proventos no futuro.
A Vamos informou que os papéis adquiridos poderão seguir diferentes caminhos: ficar em tesouraria, ser cancelados futuramente, revendidos ao mercado ou utilizados em programas de remuneração baseados em ações para executivos e colaboradores.
Apesar dos potenciais benefícios para os acionistas, a recompra também traz um efeito colateral: redução de liquidez. Afinal, com menos ações circulando no mercado, o volume disponível para negociação tende a diminuir.
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