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Ações da Nvidia (NVDA) caem mesmo com balanço em linha; o que desagradou investidores?

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Ilustração com o logotipo da Nvidia e a bandeira chinesa feita em 27 de agosto de 2025. REUTERSDado Ruvic

As ações da Nvidia (NVDA) operavam em leve queda nesta quinta-feira (21), após a divulgação do balanço do primeiro trimestre do ano fiscal de 2027, com investidores repercutindo resultados considerados sólidos, mas já amplamente antecipados.

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Às 13h25 desta quinta-feira (21), as ações recuavam 0,54%, cotadas a US$ US$ 219,56.

Entre os destaques do balanço (leia mais aqui) está a receita de US$ 81,6 bilhões, alta de 85% na comparação anual e acima das estimativas de mercado. O segmento de Data Center somou US$ 75,2 bilhões, avanço de 92% na comparação anual, e seguiu como principal motor de crescimento.

Já o lucro operacional GAAP foi de US$ 53,5 bilhões, enquanto o lucro por ação ajustado (EPS) ficou em US$ 1,86, em linha com as expectativas.

Apesar do desempenho, analistas do Itaú BBA alertam para a elevada concentração da receita em hyperscalers, grandes empresas de tecnologia responsáveis por infraestrutura de nuvem para inteligência artificial (IA). Segundo o banco, três clientes respondem por cerca de 54% da receita total da companhia.

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O relatório também aponta que cerca de 56% do crescimento recente da receita vem desse mesmo grupo, reforçando o nível de concentração da base de clientes.

Outro ponto de atenção é o risco de substituição marginal dos chips da Nvidia por soluções customizadas (ASICs) desenvolvidas pelos próprios hyperscalers, o que pode pressionar a participação de mercado da companhia no médio prazo.

Em paralelo, os investimentos em infraestrutura de IA seguem elevados em meio a questionamentos sobre a sustentabilidade dos gastos no setor. Segundo estimativas do Safra, o capex da indústria deve alcançar US$ 743 bilhões em 2026, com potencial para atingir US$ 1 trilhão em 2027.

*Com supervisão de Vitor Azevedo

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