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(Imagem: alexsl/ iStock)
A curva de juros futuros encerrou as negociações desta quinta-feira (21) em queda, em um movimento inciado na véspera, devolvendo parte do prêmio das sessões anteriores, com apoio do alívio nos títulos do Tesouro dos EUA.
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A taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027, de curtíssimo prazo, recuou 3 pontos-base e fechou a 14,040% ante 14,075% do ajuste anterior.
Já a taxa de DI para janeiro de 2029, de médio prazo, encerrou as negociações em 13,845% ante 13,955% do fechamento anterior, queda de 11 pontos-base.
A DI para janeiro de 2036, de longo prazo, terminou o dia a 14,135% ante 14,200% do fechamento da última quarta-feira (20), recuo de 6 pontos-base.
Já nos Estados Unidos, os rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro norte-americano, os Treasuries, fecharam em leve alta.
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O yield do Treasury de dois anos – mais sensível à política monetária – terminou a 4,087% ante 4,038% do ajuste anterior.
Já o retorno do título de dez anos — referência para empréstimos imobiliários, financiamento de veículos e dívidas de cartão de crédito — caiu a 4,572%, ante 4,570% do fechamento anterior.
Os investidores repercutiram a expectativa de acordo definitivo entre Estados Unidos e Irã.
Segundo a agência Al Arabiya, os EUA e o Irã alcançaram uma versão final preliminar de um acordo mediado pelo Paquistão. O rascunho prevê um cessar-fogo imeadiato e as partes também se comprometem mutuamente a evitar ataques contra infraestrutura.
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A agência noticiou ainda que o acordo deve ser anunciado nas próximas horas.
A notícia repercutiu sobre os preços do petróleo. Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para julho fecharam em queda de 2,32%, a US$ 102,58 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
O mercado, porém, observa o possível acordo com cautela. Hoje, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que os EUA acabarão por recuperar o estoque de urânio altamente enriquecido do Irã, necessário para fabricar uma arma atômica.
A declaração de Trump aconteceu horas depois de a Reuters noticiar que o líder supremo do Irã emitiu uma diretriz para que o urânio do país, com grau de pureza próximo ao de armas, não seja enviado para o exterior, endurecendo a posição de Teerã em relação a uma das principais exigências dos EUA nas negociações de paz.
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Por aqui, a proximidade do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro continuou no radar.
Hoje, Flávio negou ter requisitado uma reunião ao presidente Trump. Segundo aliados do senador, o senador foi convidado para um encontro com o norte-americano que pode ser realizado na próxima semana.
Perguntado se ele ou o irmão e ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pediram a conversa, Flávio respondeu em inglês: “No, I didn’t ask anything. Nobody asked”. A frase, dita a jornalistas no Congresso, pode ser traduzida como: “Não, não pedi nada. Ninguém pediu”. Eduardo Bolsonaro mora nos Estados Unidos desde o ano passado.
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