Pular para o conteúdo

Edson Fachin e Davi Alcolumbre debatem projeto de lei para restringir ‘penduricalhos’

Continua após a publicidade




Presidente do STF, Edson Fachin e do Senado, Davi Alcolumbre, durante sessão (Carlos Moura/Agência Senado)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), se reuniram nesta segunda-feira (25) para discutir um futuro projeto de lei para limitar os chamados “penduricalhos” pagos a magistrados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo notas divulgadas pelo Senado e pelo STF, os dois trataram sobre a “multiplicação de vantagens pecuniárias acessórias” que contribuem para os salários de magistrados ultrapassarem o teto do funcionalismo – hoje equivalente ao salário de um ministro do STF, de R$ 46,3 mil.

Em decisão de março, o Supremo autorizou expressamente oito tipos de “penduricalhos” e limitou as verbas indenizatórias a 35% do teto. O adicional por tempo de serviço pode exceder o teto em mais 35%. No total, os salários de juízes e membros do Ministério Público poderão ultrapassar o teto em até 70%.

“Na reunião, também foi destacada a jurisprudência consolidada do STF que considera inconstitucionais vantagens que ultrapassem o teto constitucional ou sejam concedidas sem vinculação a prestação laboral específica. Segundo os presidentes, a questão tem caráter estrutural e demanda solução legislativa ampla, capaz de preservar a valorização das carreiras públicas”, diz a nota do Supremo.

As notas ainda informam que Fachin e Alcolumbre decidiram continuar os diálogos institucionais para construir propostas e receber sugestões da sociedade sobre o tema.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na semana passada, Fachin apresentou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma proposta de resolução para instituir um contracheque único para toda a magistratura. Levantamento do CNJ identificou que há, hoje, mais de 500 registros de “penduricalhos” pagos com nomes distintos. O texto de Fachin será analisado pelo plenário do CNJ nesta terça-feira (26).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Saiba tudo sobre Negócios

Continua após a publicidade



Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *