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Quanto vale um hambúrguer? Veja os mais caros de São Paulo

Quanto vale um hambúrguer? Em São Paulo, a resposta pode ultrapassar os três dígitos. Em restaurantes espalhados pelos Jardins, Pinheiros e Vila Buarque, o sanduíche mais popular do mundo virou objeto de desejo — e status.

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A justificativa está, em partes, nos ingredientes. Muitos apostam na carne Wagyu, considerada a mais nobre (e cara) do mundo. Outros se destacam pelo volume, com hambúrgueres de até 220g. Por outro lado, a maioria inclui uma porção individual de batata-frita.

Neste Dia do Hambúrguer (28), o Seu Dinheiro listou alguns dos hambúrgueres mais caros de São Paulo.

Confira os hambúrgueres mais caros de São Paulo:

Hamburguer Le Bife (R$ 65) – Le Bife

hamburguer, fritas e salada
Imagem: Divulgação/Cardápio Le Bife

A alguns quarteirões da Faria Lima, está Le Bife. Além de cortes de carne variados, o bistrô francês oferece o Hamburguer Le Bife (R$ 65), que vem no pão de brioche com molho de mostarda Dijon, queijo Gruyère e crocante de bacon. O prato inclui batatas fritas e salada verde.

O Le Bife segue o conceito parisiense de “bistronomie”, estilo culinário que une a alta gastronomia em um ambiente descontráido e a preços mais acessíveis. Não à toa, o estabelecimento apresenta o selo Bib Gourmand, distinção do Guia Michelin para casas com um bom custo-benefício.  

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Apesar de ser bastante associado com o chef francês Érick Jacquin, que assinou por muito tempo o cardápio do bistrô, o jurado do Masterchef Brasil se desvinculou do local desde 2021.

Hamburguesa de Costilla (R$ 66) – Grindhouse Braserito

Depois de comandar o Underdog (atual La Borratxeria) por oito nos, o argentino Santiago Roig abriu o Grindhouse Braserito em 2023, dedicado para uma cozinha autoral.

A casa de Pinheiros ficou na 11ª posição do ranking internacional Burgerdudes 2026 com a Hamburguesa de Costilla (R$ 66), preparada com 220 gramas de costela Aberdeen Angus moída, queijo processado e carne servida exclusivamente mal passada, pincelada com salmoura argentina. Aqui, não acompanha fritas.

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A casa apresenta um sanduíche ainda mais caro, embora não possa ser considerado um hambúrguer. É o Grindhouse 2026 (R$ 110), que troca o pão clássico por uma focaccia fina e crocante recheada com tiras de entraña grelhada, cebola no bafo, queijo argentino e vinagrete — combinação que aproxima o sanduíche muito mais de uma parrilla portenha.

La Boca Burger (R$ 82) – Pobre Juan

hamburguer com fritas
La Boca Burger, alto burger de 150 gramas – um blend hecho en casa de Bife de Chorizo e Bife de Tira, o miolo da picanha, queijo, bacon crocante e salsa criolla de tomate – Imagem: Reprodução Instagram @restaurantepobrejuan

Reconhecido e recomendado pelo Guia Michelin São Paulo, o Pobre Juan é uma das redes brasileiras de churrasco mais prestigiadas do Brasil, e se inspira nas parrillas argentinas.

Embora o foco da casa esteja nos cortes grelhados e carnes nobres, o restaurante também mantém um espaço para hambúrgueres no cardápio. É o La Boca Burger (R$ 82), preparado com pão, hambúrguer artesanal de 150 gramas, queijo, bacon e salsa criolla de tomate.

Rubaburguer (R$ 84) – A Figueira Rubaiyat

hamburguer no prato com batata
Rubaburguer -Imagem: Reprodução Instagram @rubayatbrasil

Instalado sob uma figueira centenária nos Jardins, A Figueira Rubaiyat é conhecida pelos cortes premium de gado de criação própria e pela culinária de inspiração mediterrânea, e figura entre os recomendados do Guia Michelin.

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Com o Rubaburguer (R$ 84), a casa também leva sua proposta sofisticada ao universo dos hambúrgueres, combinando carne Brangus, queijo manchego, molho béarnaise, rúcula e cebola échalote dourada à provençal.

As fritas não acompanham o sanduíche e são cobradas à parte, com opções de batata palito ou soufflée por R$ 49.

Wagyu Burger (R$ 108) – Seen Restaurant & Bar

hambúrguer com fritas e molho
Wagyu Burger by Guidara, do SEEN – Imagem: Reprodução Instagram @seensaopaulo

Localizado no último andar do hotel Tivoli Mofarrej São Paulo, o Seen Restaurant & Bar é o primeiro empreendimento do restauranteaur português Olivier da Costa no Brasil. O rooftop com vista panorâmica da cidade virou assinatura da casa, que hoje também possui operações em Feira de Santana, na Bahia, além de outras espalhadas pelo mundo, como em Lisboa, Bangkok e Roma.

O cardápio mistura culinária portuguesa, francesa, japonesa – e claro, o clássico hambúrguer não poderia faltar. Prato principal mais barato do menu, o Wagyu Burger by Guidara (R$ 108) leva hambúrguer de Wagyu, queijo cheddar, alface, tomate, picles e cebola caramelizada no pão brioche feito na casa. E também acompanha fritas.

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Poly Line, Holy Burger (R$ 110)

Pão, carne, cheddar e muito molho
Poly Line, hambúrguer premiado do Holy Burger, em São Paulo

Localizado na Vila Buarque, o Holy Burger foi eleito a “melhor hamburgueria de São Paulo” pela Veja Comer & Beber edição 2024 e 2025. Além disso, foi três vezes campeão do Brasil pelo BurgerDudes, maior site de avaliação de hambúrgueres do mundo, que ranqueou a casa como o 2º melhor do mundo em 2026, 3º melhor do mundo em 2025 e 4º em 2024.

O hambúrguer premiado, Poly Line (R$ 110), é o mais caro do cardápio. O sanduíche leva um burger de 200g Dry Aged 65 dias (servido somente no “ponto da casa”), cheddar e melaço de bacon no pão brioche. A porção de fritas está inclusa em todos os lanches do Holy.

No restante do menu, os hambúrgueres saem na faixa de R$ 75. É esse o preço do Original, burger de 180g com cheddar, cebola caramelizada, maionese branca e bacon no pão preto.

O difícil é conseguir entrar. Sempre lotada, a Holy aguarda a conclusão das reformas de sua segunda unidade, prevista para este ano. Ainda no mesmo bairro, mas agora, com mais lugares.

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Cheeseburger (R$ 130) – Rosewood Le Jardin

hamburguer com fritas
Chessegburger do Rosewood Le Jardin – Imagem: Rubens Kato/Divulgação

O Le Jardin é um dos restaurantes do hotel Rosewood São Paulo. Por lá, o cardápio aposta em uma culinária internacional clássica servida em um ambiente que mistura hotelaria de luxo e atmosfera cosmopolita. Recomendado pelo Guia Michelin, o restaurante funciona 24 horas por dia e mantém no menu versões sofisticadas de pratos tradicionais.

É o caso do cheeseburguer da casa (R$ 130), no topo do pódio de hambúrgueres mais caros de São Paulo. É preparado com wagyu, bacon artesanal, cheddar inglês, cebola crocante e picles (mas acompanha batata frita, pelo menos).

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