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Banco do Brasil (BBAS3), Casas Bahia (BHIA3), Braskem (BRKM5) e outros destaques desta quinta-feira (14)

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(Imagem: iStock.com/Alison Calazans)

Os resultados do primeiro trimestre de 2026 do Banco do Brasil (BBAS3), Casas Bahia (BHIA3) e Braskem (BRKM5) são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (14).

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Confira os destaques corporativos de hoje

Banco do Brasil (BBAS3): Lucro despenca 53% e vai R$ 3,4 bilhões no 1T26

O Banco do Brasil (BBAS3) terminou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bilhões, queda de 53% ante mesmo período de 2025, mostra documento enviado ao mercado na quarta (13).

Apesar disso, a cifra ficou dentro do consenso da Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 3,42 bilhões.

Um conjunto de fatores, que incluem a piora da inadimplência do agronegócio e a nova resolução da CMN nº 4.966/2021, que endureceu e obrigou os bancos a elevarem as provisões para calotes, fez o banco passar de queridinho do mercado para um grande ponto de interrogação.

Desde do terceiro trimestre do ano de 2024, o BB vem sentido efeitos da falta de pagamento no agronegócio, já que o setor passa por uma alta expressiva do número de recuperações judiciais no setor.

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Para ter noção do sentimento ruim do setor, o segmento de agropecuária teve o maior número de empresas envolvidas em processos de recuperação judicial em 2025, segundo informações divulgadas pela Serasa Experian. O setor concentrou 30,1% (743) dos CNPJs.

O BB anunciou que distribuirá R$ 465,7 milhões em juros sobre o capital próprio. O valor da remuneração aos acionistas corresponde a R$ 0,08 em juros sobre o capital próprio complementares.

Os valores serão pagos em 11 de junho, tendo como base a posição acionária de 1º de junho, sendo as
ações negociadas “ex” a partir de 02 de junho de 2026.

Casas Bahia (BHIA3) tem prejuízo de R$ 1 bilhão no 1º trimestre

A Casas Bahia (BHIA3) teve prejuízo líquido de R$ 1,06 bilhão no primeiro trimestre de 2026, pressionado pelo resultado financeiro, mas o desempenho operacional mostrou evolução.

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“Nosso ‘approach’ (estratégia) para o ano é ser mais conservador na concessão de crédito, na tomada de risco, nas compras com fornecedores”, afirmou o presidente-executivo da companhia, Renato Franklin, citando o ambiente macroeconômico desafiador.

Franklin observou que no mês de abril e no começo de maio não houve um incremento de demanda em TVs no mercado como era previsto no começo do ano em razão da Copa do Mundo.

No primeiro trimestre, a receita líquida das Casas Bahia cresceu 6,1% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 7,4 bilhões, enquanto as despesas com vendas, gerais e administrativas tiveram alta de 5,4%, para 1,7 bilhão. A margem bruta da companhia ficou em 30,3%, de 30,2% um ano antes.

A receita bruta na vendas online avançou 24%, para quase R$ 3,3 bilhões, com expansão de 26,4% no canal próprio (1P), para R$ 3 bilhões. A receita bruta das lojas físicas somou quase R$ 5,6 bilhões, declínio de 1,8%.

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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado da Casas Bahia totalizou R$ 597 milhões, aumento de 4,7% ano a ano, com a margem nessa linha passando de 8,2% para 8,1%.

Braskem (BRKM5) tem lucro líquido de 1,45 bilhão no primeiro trimestre

A Braskem (BRKM5) registrou um lucro líquido de R$ 1,446 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 107% em relação ao mesmo período de 2025, de acordo com comunicado ao mercado divulgado na madrugada desta quinta-feira (14).

O Ebitda recorrente da companhia alcançou R$ 1,0 bilhão no primeiro trimestre, queda de 24% frente ao ano anterior, enquanto a receita líquida caiu 20%, somando R$ 15,488 bilhões.

Segundo a empresa, apesar de o conflito no Oriente Médio ter elevado significativamente a volatilidade nos mercados internacionais a partir de março, principalmente os preços de energia, interrompendo parcialmente a trajetória de queda da inflação, o resultado trimestral “não foi impactado materialmente”.

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O endividamento bruto corporativo da Braskem fechou o trimestre em US$ 9,4 bilhões, incluindo o saque da linha de crédito stand-by em outubro de 2025. A dívida em moeda estrangeira representava 91% do total, com prazo médio de 7,4 anos em março de 2026 e custo médio de variação cambial +6,34% ao ano.

CSN (CSNA3) registra prejuízo líquido de R$ 555 milhões no 1T26

A CSN (CSNA3) registrou prejuízo líquido de R$ 555 milhões no primeiro trimestre de 2026, reduzindo as perdas em 24,2% ante resultado negativo de R$ 732 milhões em igual período de 2025.

No período, o Ebitda ajustado somou R$ 2,646 bilhões, o que representa alta de 5,5% na comparação anual. Já a receita líquida atingiu R$ 10,604 bilhões, com queda de 2,8% frente ao primeiro trimestre de 2025.

A companhia ressalta que a melhora do Ebitda se deu mesmo considerando o maior volume de chuvas registrado no período. A contribuição positiva dos segmentos de cimentos e logística reforça, na visão da empresa, a importância do portfólio de ativos diversificado da CSN.

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A empresa encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 40,5 bilhões, acima dos R$ 35,8 bilhões registrados no primeiro trimestre de 2025, mas abaixo dos R$ 41,2 bilhões do fim de 2025.

CSN Mineração (CMIN3) tem lucro líquido de R$ 222 milhões no 1º trimestre

A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 222 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o prejuízo de R$ 357 milhões registrado no mesmo período do ano passado. Já o Ebitda Ajustado somou R$ 1,420 bilhão entre janeiro e março, leve recuo de 0,5% na comparação anual.

A receita líquida totalizou R$ 3,165 bilhões, queda de 7,2% ante os três primeiros meses de 2025. A companhia registrou vendas de 9,636 milhões de toneladas de ferro, praticamente estável com as 9,640 milhões anotadas no mesmo período do ano passado.

No campo de endividamento, a CSN Mineração contabilizou dívida líquida de R$ 683 milhões no primeiro trimestre, redução de 5,8% ante o quarto trimestre de 2025. A alavancagem medida por Dívida Líquida/Ebitda permaneceu estável em 0,11 vez em ambos os períodos.

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O resultado financeiro foi negativo em R$ 626 milhões entre janeiro e março, redução de 52,4% ante o R$ 1,315 bilhão negativo registrado no mesmo período de 2025.

Boa Safra (SOJA3) tem lucro de R$ 27,4 milhões no 1T26

A Boa Safra (SOJA3), produtora brasileira de sementes de soja, encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido consolidado de R$ 27,4 milhões, alta de 62% em relação a igual período do ano passado.

O resultado, porém, foi elevado por um efeito não recorrente ligado à venda das cotas remanescentes que a empresa ainda possuía do SNAG11, Fiagro da Suno Asset. Sem esse impacto, o lucro líquido ex-SNAG11, usado pela companhia para comparar o desempenho recorrente do negócio, foi de R$ 3,7 milhões, queda de 36% em um ano.

O diretor financeiro e de Relações com Investidores Felipe Marques afirmou que o lucro consolidado e o lucro ex-SNAG11 estão corretos, mas mostram leituras diferentes do trimestre. O primeiro inclui o efeito da saída do fundo.

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O segundo mostra o resultado das operações em continuidade, sem esse impacto pontual. “O que a gente fez foi dar comparabilidade, tirando a consolidação do SNAG11, para ter valores relativos comparáveis”, disse.

Americanas (AMER3) reduz prejuízo no 1T26 para R$ 329 milhões

A Americanas (AMER3) teve prejuízo líquido de R$ 329 milhões nos primeiros três meses do ano, resultado negativo menor que os R$ 496 milhões observados no primeiro trimestre de 2025, de acordo com balanço divulgado na quarta-feira (13).

O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de R$ 15 milhões, ante o resultado negativo de R$ 26 milhões do primeiro trimestre do ano anterior.

A receita líquida do período subiu 20,2% no período, para R$ 3,08 bilhões, segundo o balanço.

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A Americanas afirmou que os resultados do primeiro trimestre de 2026 mostram evolução mesmo em um cenário ainda pressionado pelo endividamento das famílias e pela volatilidade macroeconômica.

B3 (B3SA3): Volume negociado sobe 29% em abril, na base anual

A B3 (B3SA3) informou nesta quarta-feira (13) que o volume financeiro médio diário negociado no mercado de ações somou R$ 37,165 bilhões em abril de 2026, o que representa um crescimento de 29,2% em relação ao mesmo período de 2025. Na comparação com março deste ano, houve uma pequena retração de 0,4%.

O segmento de mercado à vista concentrou a maior parte das negociações, com média diária de R$ 35,475 bilhões. O montante representa avanço de 28,5% na base anual.

Já o giro de mercado atingiu 160% em abril, acima dos 159,4% registrados em abril de 2025, mas abaixo dos 166,1% observados em março de 2026.

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Os dados divulgados dizem respeito a um mês em que o Ibovespa superou os 199 mil pontos pela primeira vez, mas acumulou leve desvalorização de 0,08%.

Esses são os primeiros dados da operadora da Bolsa após a empresa reportar, na semana passada, lucro líquido recorrente de R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 33,1% na comparação anual, impulsionada pelo avanço das receitas, maior fluxo estrangeiro para a bolsa brasileira e aumento da volatilidade nos mercados.

Em primeiro balanço após IPO, Compass (PASS3) tem lucro caindo 9%

A Compass (PASS3) reportou lucro líquido de R$ 382 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), queda de 9% na comparação anual, pressionada pelo aumento das despesas financeiras e pela maior depreciação ligada à entrada de novos projetos em operação.

A divulgação foi a primeira da empresa, que estreou na B3 na última segunda-feira (11).

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A receita operacional líquida somou R$ 3,16 bilhões entre janeiro e março, recuo de 25% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já o Ebitda (Lucros antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, na sigla em inglês) atingiu R$ 1,33 bilhão, alta de 2% na base anual.

Segundo a companhia, o desempenho operacional foi sustentado pelo avanço dos volumes e melhora do mix no segmento de distribuição, além da expansão da Edge no mercado on-grid e do início das operações de GNL B2B off-grid e da planta de biometano Onebio.

CVC (CVCB3) reverte lucro e tem prejuízo de R$ 63,1 milhões no 1T26

A CVC (CVCB3) teve prejuízo líquido ajustado de R$ 63,1 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$24 milhões obtido um ano antes, conforme balanço publicado pelo grupo de viagens nesta quarta-feira (13).

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de R$ 93,7 milhões nos três primeiros meses do ano, queda de 10,5% em relação ao primeiro trimestre de 2025, com margem de 25,7%.

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Segundo a administração, o desempenho foi impactado principalmente pelos efeitos do cenário externo sobre volume e mix de vendas.

A receita líquida do grupo somou R$ 365,1 milhões, alta marginal de 0,8%.

A empresa teve consumo de caixa operacional de R$ 121,6 milhões no primeiro trimestre, ante R$ 53,2 milhões um ano antes.

Eneva (ENEV3) vê lucro crescer 35,6% no ano, para R$ 527,7 milhões

A Eneva (ENEV3) reportou lucro líquido de R$ 527,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 35,6% na comparação anual, impulsionado, segundo a companhia, principalmente pelo avanço operacional das térmicas e pelo crescimento do segmento de upstream.

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A receita operacional líquida da empresa de energia elétrica somou R$ 4,68 bilhões entre janeiro e março, avanço de 5,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o Ebitda ajustado atingiu R$ 1,69 bilhão, alta de 10,7% e novo recorde para um primeiro trimestre.

Segundo a companhia, o desempenho foi sustentado principalmente pelo início da receita fixa da UTE Parnaíba VI, pela maior geração da Jaguatirica II e pelo crescimento das operações de gás natural no upstream.

Equatorial Energia tem lucro líquido de R$ 607 milhões no 1T26

A Equatorial Energia registrou lucro líquido de R$ 607 milhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 14% ante os R$ 706 milhões anotados um ano antes.

Descontando ajustes, o resultado líquido somou R$ 359 milhões, queda de 23,6% na comparação anual. Pelo critério “mesmos ativos”, o lucro ficou praticamente estável (-0,3%) ante os R$ 360 milhões do primeiro trimestre de 2025.

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De janeiro a março, o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda, da sigla em inglês) da Equatorial atingiu R$ 3,169 bilhões, 10,8% acima do registrado nos mesmos meses do ano passado.

O Ebitda ajustado por efeitos não recorrentes e não caixa somou R$ 2,879 bilhões, alta de 11,3% na mesma comparação. A margem Ebitda teve oscilação de 0,1 ponto porcentual, passando de 22,7% para 22,6%.

Segundo a empresa, o crescimento é explicado pelo menor desempenho do segmento de distribuição e pelo efeito da equivalência patrimonial da Sabesp, que cresceu R$ 40 milhões entre trimestres.

A receita líquida da companhia somou R$ 12,750 bilhões nos três primeiros meses do ano, crescimento de 12% na comparação com igual intervalo de 2025. Já o resultado financeiro correspondeu a uma despesa líquida de R$ 1,5 bilhão, 5,7% maior do que a anotada no primeiro trimestre de 2025.

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A dívida líquida cresceu 0,5% em um ano, para R$ 44,286 bilhões, enquanto a alavancagem caiu de 3,2 vezes para 2,7 vezes no mesmo período.

Grupo Multilaser (MLAS3) tem lucro de R$ 123 milhões no 1º trimestre

O Grupo Multilaser (MLAS3) quase dobrou o lucro líquido do primeiro trimestre de 2026 ante o mesmo período do ano passado, para R$ 123,4 milhões, segundo balanço publicado nesta quarta-feira (13).

A companhia de produtos eletrônicos teve resultado operacional medido pelo Ebitda de R$ 96,5 milhões, salto ante os R$ 5,5 milhões obtidos de janeiro a março de 2025.

A receita líquida cresceu 14,3%, para R$ 872,7 milhões, com a margem bruta avançando 6,7 pontos percentuais, a 30,4%.

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O grupo encerrou o primeiro trimestre com posição de caixa e equivalentes de R$ 624,6 milhões, crescimento de 32,1% na comparação com o mesmo período do ano passado.

A alavancagem financeira no período passou de 2,92 vezes para 0,76 vez negativo.

Positivo Tecnologia (POSI3) tem prejuízo líquido de R$ 12,3 milhões no 1T26

A Positivo Tecnologia (POSI3) reportou prejuízo líquido de R$ 12,3 milhões no primeiro trimestre de 2026, 2,4% menor do que o visto em igual período de 2025.

Entre janeiro e março, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da Positivo somou R$ 69,7 milhões, alta de 31% do resultado no primeiro trimestre de 2025. A margem Ebitda foi de 9,4%, uma alta de dois pontos porcentuais (p.p.) ante o registrado um ano antes.

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Segundo a companhia, a alta da margem Ebitda reflete uma maior participação da categoria de infraestrutura de tecnologia de informação (TI) no mix de receitas. O negócio tem melhor rentabilidade do que a média do portfólio, aponta a Positivo no release de resultados.

A receita líquida avançou 3,6% no primeiro trimestre de 2026 ante igual intervalo de 2025, para R$ 741,4 milhões.

*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo

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