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Apesar da economia mais morna — o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu apenas 0,4% no trimestre, após alta de 1,3% no trimestre anterior
O Bradesco (BBDC4) reportou lucro recorrente de R$ 6,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 16,1% em comparação com o mesmo período de 2025, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta (06).
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O número ficou pouco acima do esperado pelo consenso da Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 6,62 bi no período.
Após sequência negativa, com rentabilidade bem abaixo dos pares e índices de qualidade, incluindo inadimplência,, o Bradesco tenta ‘acertar a mão’.
A prioridade até aqui tem sido melhorar a qualidade dos ativos, mesmo que isso implique em um crescimento de crédito menor.
Como o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, não cansa de repetir, um crescimento step by step (passo a passo).
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E ao que parece, a fórmula tem dado certo. No ano passado, o BBDC saltou 60%, reconquistando a confiança dos analistas.
Rentabilidade dá mais um passo
O ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) mostrou nova evolução e subiu 1,4 ponto percentuaL no ano e XX no trimestre, para 15,8%. Com a Selic, a taxa básica de juros, a 15%, o banco superou, mais uma vez, o custo de capital.
Média da Bloomberg esperava 15,2% de ROE.
Mesmo assim, o banco não conseguiu ficar acima da rentabilidade do seu rival espanhol, o Santander (SANB11), que encerrou o período com 16% e do Itaú (ITUB4), que lidera com 24,4%.
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