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(Imagem: Pixabay/ StockSnap)
O conselho de administração da Cury (CURY3) aprovou a distribuição de R$ 160 milhões em dividendos intercalares aos seus acionistas, mostra comunicado enviado ao mercado na noite de terça-feira (12). O montante equivale a R$ 0,5194002586 por ação.
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Terão direito ao recebimento do dividendo os acionistas com posição acionária na construtora em 15 de maio de 2026. A partir do dia 18 de maio, as negociações ocorrem ex-dividendos.
O pagamento dos dividendos ocorrerá em uma única parcela, em 28 de maio de 2026. De acordo com a Cury, não haverá atualização monetária ou incidência de juros entre a data da declaração e a data do efetivo pagamento.
Na data do pagamento, a companhia creditará os dividendos devidos a cada acionista, segundo o número de ações ordinárias de titularidade do acionista em 15 de maio, de acordo com o domicílio bancário fornecido ao BTG Pactual, instituição responsável pela escrituração das ações da Cury.
“Os acionistas cujas ações estão depositadas em instituições prestadoras dos serviços de custódia de valores mobiliários terão seus Dividendos creditados conforme procedimentos adotados pelas instituições depositárias”, esclarece a empresa.
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Os valores relativos aos dividendos serão imputados aos dividendos mínimos obrigatórios relativos ao exercício social a se encerrar em 31 de dezembro de 2026.
1T26 da Cury
A Cury apresentou lucro líquido de R$ 302,9 milhões no primeiro trimestre de 2026, montante 41,9% maior do que no mesmo período de 2025.
A melhora no lucro decorre principalmente do ciclo de mais lançamentos e vendas de imóveis, com subida de preços e manutenção de custos sob controle. Essa equação ajudou a aumentar a receita e diluir despesas. No começo deste ano, os apartamentos foram vendidos a R$ 325,4 mil, em média, 5% mais na comparação com um ano antes.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 411,4 milhões, aumento de 42,9% na comparação anual. A margem Ebitda foi a 25,5%, subida de 1,8 de ponto porcentual (p.p.).
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A receita operacional líquida somou R$ 1,613 bilhão, crescimento de 32,6%, e recorde para a empresa.
A linha de equivalência patrimonial (que apura os resultados oriundos de empreendimentos feitos em sociedade) gerou um ganho de R$ 2,3 milhões, o triplo na comparação anual.
*Com Estadão Conteúdo
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