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(Imagem: iStock/caio acquesta)
A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 222 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o prejuízo de R$ 357 milhões registrado no mesmo período do ano passado. Já o Ebitda Ajustado somou R$ 1,420 bilhão entre janeiro e março, leve recuo de 0,5% na comparação anual.
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A receita líquida totalizou R$ 3,165 bilhões, queda de 7,2% ante os três primeiros meses de 2025. A companhia registrou vendas de 9,636 milhões de toneladas de ferro, praticamente estável com as 9,640 milhões anotadas no mesmo período do ano passado.
No campo de endividamento, a CSN Mineração contabilizou dívida líquida de R$ 683 milhões no primeiro trimestre, redução de 5,8% ante o quarto trimestre de 2025. A alavancagem medida por Dívida Líquida/Ebitda permaneceu estável em 0,11 vez em ambos os períodos.
O resultado financeiro foi negativo em R$ 626 milhões entre janeiro e março, redução de 52,4% ante o R$ 1,315 bilhão negativo registrado no mesmo período de 2025.
No intervalo, a menor execução de investimentos (capex) no período chuvoso resultou em um montante investido de R$ 431 milhões, o que representa retração de 51,3% em relação ao trimestre anterior. Porém, quando se observa a comparação anual, o investimento subiu 14,3%, em linha com o avanço na execução de projetos estruturantes, com destaque para a evolução da infraestrutura da P15 e para as obras para aumentar a eficiência operacional da companhia, explica a empresa.
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De acordo com release de resultados, o início do ano foi marcado por um ambiente equilibrado no mercado transoceânico de minério de ferro, com preços sustentados apesar de um cenário de menor robustez para a demanda de aço na China e do aumento dos custos globais de combustíveis diante da escalada do conflito no Oriente Médio.
“Ao longo do trimestre, observou-se uma combinação de recomposição de estoques por parte das siderúrgicas chinesas e oferta global disciplinada, com impactos sazonais na produção brasileira e australiana em função do período de chuvas e ciclones, respectivamente, ainda que em volumes maiores do que os observados no mesmo período de 2025”, destaca a CSN Mineração.
Esse contexto contribuiu para a manutenção dos preços em patamares relativamente estáveis na comparação anual, ainda que levemente inferiores aos níveis observados no trimestre anterior.
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