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O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan (REUTERS/Adriano Machado)
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta terça-feira (5) que as questões fiscais ainda não estão resolvidas no País, mas que o governo trabalha de “forma pragmática” para controlar os gastos e equilibrar as contas públicas.
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“Não estamos colocando gastos para serem pagos pelas próximas gestões, estamos criando resiliência fiscal para o País”, afirmou, durante entrevista à Jovem Pan News.
Para o ministro da Fazenda, o quadro fiscal melhorou nos últimos anos. “Conseguimos chegar a um equilíbrio em 2024 e estamos criando um superávit neste ano e no próximo”, disse Durigan.
Sobre o corte de gastos, o ministro reiterou que “o governo aprovou diversas medidas neste sentido”. Durigan também citou as bets, que começaram a pagar impostos na atual gestão. “Me parece muito justo”, afirmou.
Efeitos da guerra
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Na entrevista, o ministro da Fazenda também disse que o mundo todo se preocupa com os efeitos adversos da guerra no Oriente Médio, mas reiterou que o Brasil é um dos países menos afetados. “Essa é uma guerra alheia às nossas vontades”, afirmou.
“Em outros países, o aumento nos preços dos combustíveis chegou aos 150% [após a eclosão do conflito]”, disse o ministro. No Brasil, o reajuste foi de cerca de 20%, um dos menores do mundo, segundo Durigan, graças aos investimentos realizados nos primeiros mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na exploração de petróleo.
O ministro ainda repetiu que o Brasil está fazendo todos os esforços para manter a economia e os preços dos combustíveis estáveis durante a guerra.
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