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(Imagem: Reuters/Kevin Lamarque)
Os Estados Unidos realizaram um ataque contra um porto iraniano na ilha de Qeshm e contra o posto de controle naval iraniano de Bandar Kargan, em Minab, de acordo com a jornalista Jennifer Griffin, da Fox News, ecoando relatos anteriores da mídia persa. O avanço militar, contudo, não significa que o cessar-fogo acabou ou que a guerra irá reiniciar, de acordo com oficiais militares ouvidos pela Fox.
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Segundo a Fox, o ataque ocorre dois dias depois do Irã supostamente atacar os Emirados Árabes Unidos e “provocar a raiva de países do Golfo”, principalmente da Arábia Saudita, que ficou indignada com o Pentágono pela forma como lidou com os ataques iranianos. Autoridades americanas haviam classificado o ataque como de baixo nível, sem quebrar o acordo de cessar-fogo em vigor.
Contudo, o porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, ligado à Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, na sigla em inglês), afirmou que os EUA “violaram o cessar-fogo”, de acordo com a iraniana Press TV. Um petroleiro iraniano que navegava em direção ao Estreito de Ormuz foi atacado, assim como outra embarcação que estava próxima ao porto de Fujeira, dos Emirados Árabes Unidos, ainda segundo o pronunciamento.
A PressTV relatou, ainda, que os ataques realizados “contra áreas civis” ao longo das costas de Bandar Khamir, Sirik e da Ilha de Qeshm contaram com a “cooperação de alguns países da região”. A fonte ouvida pela Fox News confirmou que a Arábia Saudita e o Kuwait voltaram a permitir que os EUA utilizassem seu espaço aéreo e suas bases militares para o “Projeto Liberdade”, de escolta de navios pelo Estreito de Ormuz, como relatado anteriormente pelo Wall Street Journal.
A agência iraniana Mehr relatou que a defesa aérea foi ativada a oeste de Teerã, capital do país. Outros ataques foram ouvidos nas proximidades de Bandar Abbas.
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O Irã respondeu ao ataque, ainda segundo a PressTV, causando “danos significativos” às embarcações militares dos EUA. Já segundo a agência Tasnim, os iranianos teriam usado mísseis e drones para atingir pelo menos três navios estadunidenses que “fugiram” em direção ao Golfo de Omã.Laís Adriana e Letícia Araújo, especial para AE
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