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(Imagem: Getty Images/Canva Pro)
O Diretório do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou na última quinta-feira (21) a segunda revisão do acordo com de financiamento com a Argentina e liberou um desembolso imediato de US$ 1 bilhão.
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O documento ressalta que se trata de um “voto de confiança no presidente Javier Milei” e apoio ao seu programa econômico.
Ao mesmo tempo, deixou uma mensagem clara sobre suas principais preocupações para o futuro: a acumulação de reservas, necessária para enfrentar de maneira mais eficiente eventuais choques, e a necessidade de financiamento internacional para além das reservas do FMI são pontos de atenção, diz o órgão.
Com esse repasse, os desembolsos acumulados no âmbito do acordo de Facilidades Estendidas (EFF, na sigla em inglês) chegou a US$ 15,8 bilhões, de um total previsto de US$ 20 bilhões, aprovado em abril de 2025.
Em diferentes trechos do comunicado, o FNI insistiu na necessidade de reconstruir reservas, melhorar o acesso ao financiamento e manter planos de contingência diante de possíveis choques externos ou domésticos.
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“Os diretores incentivaram as autoridades a acelerar as compras de reservas”, afirmou o FMI, no comunicado divulgado após a reunião de sua cúpula em Washington.
O organismo também sustentou que será essencial manter o programa de compra de divisas do Banco Central — que superou US$ 8,8 bilhões — junto com uma maior flexibilidade cambial para “reconstruir decisivamente os colchões externos” e fortalecer a capacidade do país de administrar eventuais crises.
Segundo a metodologia acordada com o FMI, as reservas internacionais líquidas da Argentina encerraram 2025 com um saldo negativo em US$ 14,1 bilhões, frente a uma meta revisada de um déficit de US$ 1 bilhão.
O desvio, portanto, superou US$ 13 bilhões, mesmo depois de o FMI flexibilizar o objetivo original em US$ 6,5 bilhões em agosto. Nos termos acordados nesta segunda revisão, a meta de acumulação de reservas passou a ser de US$ 3,5 bilhões para junho e de US$ 8 bilhões até o fim de 2026.
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A dívida pendente soma US$ 57 bilhões, cerca de 35% de toda a carteira de crédito do fundo. Com a maior parte do financiamento já desembolsada e uma exposição recorde em seu balanço, o Fundo busca reforçar a sustentabilidade do programa enquanto tenta reduzir gradualmente sua exposição ao país.
*Com informações do La Nación.
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