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(Imagem: REUTERS/Luis Jaime Acosta)
A licença da Isa Energia (ISAE4) para avançar com projeto Serra Dourada, o avanço da Irani (RANI3) no novo ciclo de investimentos e execução do Projeto Gaia XII, e o posicionamento da Cemig (CMIG4) sobre decisão da Justiça, são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (28).
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Confira os destaques corporativos de hoje
ISA Energia (ISAE4) obtém licença para avançar com projeto Serra Dourada, na Bahia
A Isa Energia (ISAE4) obteve a Licença de Instalação (LI) para o bloco remanescente do projeto Serra Dourada, liberando o início das obras do trecho de 500 mil volts (kV) da linha de transmissão Juazeiro III-Campo Formoso II-Barra II, na Bahia.
Segundo a companhia, os blocos 1 e 3 do empreendimento já estavam em obras desde agosto de 2025 e janeiro de 2026, respectivamente.
O projeto Serra Dourada faz parte do lote 1 do leilão de transmissão da Aneel de 2023 e prevê a implantação de 1.093 quilômetros de linhas de transmissão, além da construção de três novas subestações e ampliação de outras três já existentes.
A empresa destacou que o empreendimento deve ampliar a capacidade de escoamento de energia renovável produzida no oeste baiano, viabilizando a conexão de novos projetos de geração e transmissão no País.
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Com a entrada em operação prevista até março de 2029, o projeto possui investimento estimado pela Aneel em R$ 3,157 bilhões, considerando valores da época do leilão, e Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 322 milhões no ciclo 2025/2026.
Irani (RANI3) avança em novo ciclo de investimentos e execução do Projeto Gaia XII
O conselho de administração da Irani (RANI3) aprovou o conceito da estratégia do seu novo ciclo de investimentos, chamado Plataforma Neos, mostra fato relevante divulgado na noite de quarta-feira (27). Em outro comunicado, a companhia informou que também recebeu aprovação para a execução do Projeto Gaia XII – Expansão Papel MG.
Segundo a companhia, a Plataforma Neos representa a materialização da ambição estratégica da de duplicar sua participação de mercado no segmento de embalagens sustentáveis (papelão ondulado) até 2034, elevando-a do patamar atual de aproximadamente 4% para 8%.
A Irani afirma que objetivo é combinar crescimento orgânico, eficiência operacional e disciplina na alocação de capital, com foco em crescimento sustentável com geração de valor.
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Já o Projeto Gaia XII contempla a reforma da máquina de papel MP#7, uma nova caldeira de força e a revitalização completa da unidade de Papel em Santa Luzia – Minas Gerais.
Cemig (CEMIG4) diz que monitora impacto da decisão sobre RBSE
A Cemig (CMIG4) informou na quarta-feira (27) que acompanha os desdobramentos da decisão da 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) sobre a Rede Básica do Sistema Existente (RBSE), em julgamento envolvendo processos movidos por consumidores de energia contra a União, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Associação Brasileira das Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate).
O TRF-1 decidiu reconhecer a legalidade da incorporação dos ativos da RBSE à Base de Remuneração Regulatória. Ao mesmo tempo, declarou a nulidade do parágrafo 3º do artigo 1º da Portaria MME nº 120/2016, determinando que os valores já pagos às transmissoras a título de remuneração do custo de capital próprio (Ke) sejam compensados via tarifa nos ciclos subsequentes, por meio de Parcela de Ajuste.
A decisão também antecipou tutela para suspender a cobrança do Ke a partir do ciclo tarifário 2026/2027 em relação aos autores das ações.
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A Cemig afirmou que seus assessores legais seguem acompanhando o tema e aguardam a publicação do acórdão para analisar o inteiro teor da decisão, os aspectos processuais e eventuais impactos para a companhia. Segundo a empresa, a decisão ainda está sujeita a recurso.
Suzano (SUZB3) obtém aprovações concorrenciais para joint venture com a Kimberly-Clark
A Suzano (SUZB3) anunciou ao mercado que recebeu todas as aprovações necessárias de autoridades concorrenciais para a operação de joint venture com a Kimberly-Clark (K-C).
De acordo com o fato relevante divulgado nesta quinta-feira (28), o fechamento da operação permanece condicionado à conclusão da reorganização societária da K-C na América do Sul, América Central, Irlanda, Reino Unido, Europa, África, Oriente Médio, Ásia, incluindo Sudeste Asiático e Oceania.
A expectativa de que o fechamento da operação ocorra no terceiro trimestre de 2026, conforme previamente divulgado, está mantida. O negócio é avaliado em US$ 3,4 bilhões.
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A nova empresa será titular dos ativos relativos aos negócios de fabricação, marketing, distribuição e/ou venda de produtos “tissue”, tais como papel higiênico, toalhas de papel, guardanapos, lenços de papel, bem como outros produtos de papel (incluindo as linhas “family care” e “professional business”) nas regiões mencionadas, com exceção dos que estão excluídos do perímetro da operação.
Neogrid (NGRD3) diz que Dalpe adquiriu 54,03% da companhia por R$ 33,82 por ação
A Neogrid Participações (NGRD3) disse na noite de quarta-feira (27) que a Dalpe Gestão e Participações adquiriu por meio de leilão, ações representativas de 54,03% do capital social da Neogrid a R$ 33,82 por ação, por valor total de R$ 167 milhões, conforme fato relevante.
Com isso, foi atingido o quórum de sucesso para aquisição de controle e o quórum para cancelamento de registro, conforme definidos no edital da OPA, disse a Neogrid.
A Dalpe dará prosseguimento aos atos necessários para implementação do cancelamento de registro de emissor de valores mobiliários categoria “A” da Neogrid e da sua consequente saída do segmento especial de listagem do Novo Mercado da B3.
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Os papéis da Neogrid fecharam o pregão de quarta-feira a R$32,41.
Âmbar, da J&F, investirá R$ 2,3 bilhões em distribuição de energia no Amazonas
A Âmbar Energia, empresa da holding J&F, investirá R$ 2,34 bilhões entre 2026 e 2028 para modernizar a rede de distribuição de energia elétrica no Amazonas, depois de ter assumido oficialmente a operação da concessionária que atende os consumidores do estado este ano.
O anúncio de investimentos foi divulgado em comunicado pelo Ministério de Minas e Energia nesta quarta-feira (27) e depois confirmado pela assessoria da empresa.
Os aportes da Âmbar serão voltados a ações para melhorar a prestação dos serviços de distribuição de energia aos consumidores, como expansão e digitalização da rede, instalação de medidores inteligentes, e construção e ampliação de subestações em Manaus e municípios do interior.
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Também serão direcionados R$ 153,1 milhões da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) — encargo pago na conta de luz — para projetos de interligação elétrica, visando substituir a geração térmica movida a diesel que hoje atende consumidores no Estado.
BRB prorroga prazo de aumento de capital e prevê homologações parciais para acelerar aval do BC
O BRB anunciou na noite de quarta-feira (27) mudanças no processo de aumento de capital do banco e prorrogou até 3 de junho o prazo para os acionistas exercerem o direito de preferência na operação. A medida faz parte da tentativa da instituição de acelerar a aprovação do aporte pelo Banco Central (BC).
Na prática, o BRB tenta acelerar a entrada dos recursos do aumento de capital no balanço enquanto ainda conclui a tramitação regulatória da operação junto ao BC. Para isso, o banco aprovou a possibilidade de homologações parciais ao longo da oferta, sem necessidade de esperar o encerramento completo da captação.
Com isso, parte do dinheiro levantado já poderá ser incorporada ao patrimônio do banco antes da conclusão final da operação. Segundo o fato relevante, a medida busca dar mais “celeridade” ao processo de autorização do aumento de capital pelo BC. Ao mesmo tempo, a oferta seguirá aberta normalmente, com novas etapas de sobras e rateios para investidores interessados em adquirir ações adicionais.
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*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo
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