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O drama biográfico “À Procura da Felicidade”, de 2006, mostra os obstáculos da vida de Chris Gardner, vivido nas telas por Will Smith. Tendo investido todas as economias em equipamentos médicos difíceis de serem vendidos, o vendedor de San Francisco passa a viver dificuldades financeiras.
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Sua situação vai de mal a pior. Ao conseguir um estágio não remunerado em uma corretora, sua mulher o deixa, e ele fica com a guarda do filho.
Chris fica sem dinheiro para pagar um táxi, é levado preso por não pagar multas de trânsito, tem sua conta bancária bloqueada por dívidas de impostos e é despejado de sua casa. A cena em que ele precisa passar a noite em um banheiro da estação de metrô com o seu filho é realmente emocionante.
No entanto, ele se destaca em seu estágio e chama a atenção dos gerentes da corretora de valores Dean Witter Reynolds. O verdadeiro Chris Gardner mudou o rumo de sua vida, abriu sua própria empresa de investimentos e acumulou alguns milhões como investidor.
Nos últimos trimestres, o mercado também vem assistindo ao drama do Banco do Brasil. O banco não tenta mais convencer o mercado que o pior já passou.
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Para o primeiro trimestre do ano, a dúvida entre os investidores é: qual será o tamanho da queda? Analistas projetam queda no lucro, na rentabilidade e um retorno sobre o patrimônio de apenas 7,3%.
O problema são os inadimplentes (como Gardner era durante a pior parte de sua vida adulta), que podem levar a um novo avanço nas provisões. Mas, no caso do BB, a maior dor está entre grandes empresas e clientes do agronegócio.
A repórter Camille Lima compilou as principais previsões para os resultados do Banco do Brasil, que serão divulgados hoje depois do fechamento do mercado. Confira o que esperar nesta matéria aqui.
Banco do Brasil (BBAS3): mercado já espera fraqueza no 1T26 — o medo agora é de mais uma decepção
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O cenário do mercado imobiliário mudou — e o investidor precisa entender o que fazer agora.
Convidado desta edição do podcast Touros e Ursos, Caio Araujo, analista da Empiricus especializado no setor imobiliário e colunista do Seu Dinheiro, conta como a Selic alta por mais tempo muda o jogo para quem investe em fundos imobiliários (FIIs), ações de incorporadoras e outros segmentos do mercado.
Neste episódio, você também vai entender: quais FIIs de papel estão mais atrativos ou exigem cautela; o risco de uma bolha no segmento residencial; como estão os segmentos de shoppings, lajes corporativas e galpões logísticos; e as melhores oportunidades para investir.
Como sempre, o programa traz ainda a tradicional seção Touros e Ursos, com os destaques positivos e negativos da semana. Confira aqui!
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Esquenta dos mercados
Os pesadelos dos investidores se concretizaram. Apesar de já ser esperado, a guerra entre EUA e Irã deixou de ser apenas um fator de aversão ao risco nos mercados para mexer diretamente com a economia global — e isso já vem aparecendo nos números.
Depois dos EUA apresentar dados de inflação mais fortes e do Brasil publicar números qualitativamente piores do IPCA, agora foi a vez da Agência Internacional de Energia (AIE) reforçar os impactos do conflito.
Nesta manhã, a agência divulgou projeções de fortes recuos na demanda e na oferta do petróleo neste ano. Apesar disso, os preços da commodity amanhecem em leve queda, com os contratos futuros do Brent registrando queda de cerca de 0,50%.
Enquanto a perspectiva de que os governos norte-americano e iraniano retornem à mesa de negociações fica cada vez mais distante, os olhares dos investidores se voltam para o encontro entre o presidente Donald Trump e o líder chinês, Xi Jinping.
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Trump chegou a afirmar, a bordo do avião presidencial, que pedirá que o presidente da China “abra” o país, durante a visita a Pequim.
Em meio às expectativas para o encontro, as bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta no pregão desta quarta-feira (13). O destaque ficou por conta do índice sul-coreano Kospi, que saltou 2,63%, alcançando o recorde de 7.844,01 pontos e revertendo a queda de 2,29% de ontem.
Já na Europa, os mercados amanhecem sem uma direção única, com índices tentando recuperação das perdas da véspera. Os balanços positivos da farmacêutica Merck e da Allianz ajudam a impulsionar as bolsas da região.
Em Wall Street, os futuros de Nova York também oscilam entre altas e baixas. Por lá, os investidores estarão de olho nos dados sobre a inflação ao produtor (PPI) e comentários de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).
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Já o Ibovespa, que fechou a última sessão com queda de 0,86%, aos 180.342 pontos, tentará a recuperação em meio à divulgação dos resultados do varejo no Brasil, da pesquisa Quaest sobre as eleições e dos balanços importantes na B3, com destaque para Banco do Brasil, CSN e Braskem.
A notícia surpreendente do fim da “taxa das blusinhas” também pode mexer com os papéis das varejistas, já que compras internacionais de até US$ 50 deixam de pagar imposto de importação.
Outros destaques do Seu Dinheiro:
MERCADOS
A combinação explosiva que fez o Ibovespa fechar em queda e manteve o dólar em R$ 4,89. Pregão desta terça-feira (12) foi marcado por maior aversão ao risco nos mercados globais; guerra entre Estados Unidos e Irã segue no radar dos investidores.
TEMPORADA DE BALANÇOS
Guerra vira impulso inesperado para Eucatex (EUCA4) e lucro salta no primeiro trimestre, mas CFO não vê bons ventos à frente. Sérgio Ribeiro afirmou ao Seu Dinheiro que a corrida das construtoras para antecipar compras em meio ao risco inflacionário ajudou os resultados da companhia no 1T26; veja os destaques do balanço.
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HORA DA VIRADA?
Braskem (BRKM5) dispara mais de 20% após selo de compra do JP Morgan — ainda dá tempo de entrar? Após tempestade perfeita da petroquímica nos últimos meses, banco norte-americano vê virada e eleva recomendação de BRKM para compra. O que está por trás da visão otimista?
UM NOVO MOTOR
A entrada de US$ 1,5 bilhão no caixa da Vale (VALE3) — e o potencial “escondido” que pode destravar ganhos extras. Companhia revisa projeções para 2026 após mudanças em combustíveis, câmbio e commodities; Banco Safra vê alívio para preocupações do mercado.
ALÍVIO PASSAGEIRO
Hapvida (HPAV3) dá um trimestre de sossego aos investidores com balanço melhor que o esperado; ações saltam. Hora de comprar? Após dois trimestres turbulentos, a companhia melhora sinistralidade e geração de caixa, enquanto nova gestão de Lucas Adib acena com venda de ativos, revisão geográfica e foco em desalavancagem e eficiência operacional.
NA PALMA DA MÃO
TikTok lança recurso para reservar hotéis e passeios no app; veja como vai funcionar. Nova funcionalidade estreia nos Estados Unidos e permite reservar hospedagens, atrações e passeios diretamente pelo TikTok.
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FUTURO INCERTO
Enquanto a cidade mais populosa do mundo afunda, governo constrói uma nova capital no meio da selva. A Indonésia tem planos de transferir a capital de Jacarta para Nusantara, mas andamento do projeto está envolto em incertezas.
DO SHAPE AO CRACHÁ
Conhecida entre ‘marombeiros’, academia Ironberg agora quer conquistar público corporativo em parceria com Wellhub. A Ironberg ganhou espaço no mercado fitness com uma proposta voltada ao universo da musculação e do bodybuilding.
BRIGA SOCIETÁRIA
Azzas (AZZA3) cai na bolsa com novo atrito entre Jatahy e Birman: entenda a troca de farpas. As ações da Azzas 2154 (AZZA3) recuam mais de 3% nesta terça-feira (12) e lideram a ponta negativa do Ibovespa (IBOV) em um novo desdobramento da relação entre Roberto Jatahy e Alexandre Birman.
NÃO VAI DAR PARA SEGURAR
Alerta Petrobras (PETR4): reajuste da gasolina entra no radar enquanto estatal acelera rumo a 2031. A petroleira discute medidas para suavizar impactos da disparada do petróleo na esteira da guerra no Oriente Médio, mas admite que aumento dos combustíveis está em análise.
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COMPRA ‘NÃO FOI ENTREGUE’
Adeus, Elo7: pressão dos gigantes do e-commerce levou a Enjoei (ENJU3) a encerrar a plataforma três anos após a compra. Às vésperas da divulgação dos resultados do 1º trimestre de 2026, a Enjoei encerrou o Elo7 afirmou que vai direcionar os recursos para a plataforma de itens usados.
AÇÃO VALE CENTAVOS
Grupo Toky (TOKY3), dono da Mobly e Tok&Stok, pede recuperação judicial, e ação desaba; companhia está em crise, e não é a 1ª vez. Essa não é a primeira crise da varejista do setor de casa e decoração, que já enfrentou pedido de falência, recuperação extrajudicial, renegociações de dívidas e diversas brigas entre os sócios.
JANELA DE OPORTUNIDADE?
Queda do Banco Inter abre oportunidade? Mercado duvida de ROE de 30%, mas analistas apostam em alta de até 70% nas ações. Nova “Regra dos 50” aumenta dúvidas dos investidores no curto prazo, mas, para analistas, há espaço para ações saltarem nos próximos meses.
TEMPORADA DE BALANÇOS
Guerra assusta, mas CEO da Direcional (DIRR3) diz que já viveu crise pior e revela os escudos contra os efeitos do conflito. Recebíveis corrigidos pelo INCC, poder de reajuste nos preços e bilhões em estoque ajudam a construtora a se proteger de uma eventual disparada dos custos da construção após a alta do petróleo; CEO Ricardo Gontijo também comentou os resultados do 1T26 da companhia.
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CONQUISTA INÉDITA
Galípolo faz história ao ser escolhido para liderar bancos centrais de países emergentes no BIS. Conhecido como o “banco central dos bancos centrais”, o BIS anunciou nesta terça-feira (12) o nome escolhido para o cargo.
QUANDO VIRÁ A RETOMADA?
Reorganização ainda pesa, e Natura (NATU3) aumenta prejuízo em 787,6% no 1T26; quando chegará a virada? As perdas vieram maiores do que o esperado por investidores e analistas e, nesta manhã, as ações estão em queda; quando a empresa voltará a crescer?
CINEMA NACIONAL
Brasil surge mais tímido em Cannes 2026: entenda o que é o festival e os filmes para ficar de olho. Sem um longa nacional na disputa pela Palma de Ouro, o Brasil aposta em coproduções, talentos emergentes e projetos estratégicos. Veja onde o país aparece e os filmes que prometem movimentar o festival neste ano.
EM EXPANSÃO
Zagros Renda (GGRC11) reforça portfólio logístico com compra milionária e adiciona Shopee e MRV à carteira. A conclusão da compra ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim deste mês.
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DE OLHO NA ALTA RENDA
Itaú (ITUB4) ataca na ‘guerra’ dos cartões com uma das maiores pontuações do mercado e parceria de luxo com a rede Fasano. Cartão Itaú Private World Legend Mastercard é focado em clientes com pelo menos R$ 10 milhões investidos e oferece benefícios em viagens, gastronomia e entretenimento.
MUDANÇA À VISTA?
Espaçolaser (ESPA3) pode mudar de controle: fundo avalia saída da empresa após tombo de 95% das ações desde o IPO. Um dos principais acionistas da empresa, o fundo Magnólia FIP iniciou estudos para deixar o bloco controlador da rede de depilação a laser.
RUMO À TAÇA!
Copa do Mundo na Filadélfia: um tour pela segunda parada da Seleção Brasileira pelos EUA. Sede da partida da Seleção Brasileira contra o Haiti dia 19 de junho, a Filadélfia tem muito a ver, seja em dia de jogos ou não; confira as dicas.
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