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(Imagem: Divulgação)
O Itaú (ITUB4) repetiu a façanha de entregar o que o mercado esperava, com alta do lucro, boa rentabilidade e controle da inadimplência.
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Mas o cenário que se desenha coloca alguns obstáculos para a máquina de resultados continuar trabalhando, entre eles as eleições de 2026. Até agora, o cenário está polarizado entre o atual presidente Lula e o candidato do PL, Flávio Bolsonaro.
Seja como for, o CEO do Itaú, Milton Maluhy, mandou um recado sobre a disputa: o banco é apartidário, enquanto o partido é o ‘Brasil’. “Por isso que estamos aqui há 101 anos e queremos estar nos próximos séculos por essa razão, sempre com o olhar para frente”, destaca.
Para ele, mais do que discutir políticos, é preciso discutir políticas, ou seja, quais são os planos de governo e quais são os projetos. “Acho que o mercado vai ficar muito atento a isso”.
Olhando ciclos anteriores de eleição, há dois meses que costumam ter um pouco mais de volatilidade nos mercados: maio e um período mais próximo de setembro.
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“O mercado tenta antecipar quem é o candidato favorito, qual é o plano de governo, como é que isso vai impactar as contas públicas. Ainda não temos visto esses debates virem a público. Eu acho que, mais para frente, mais próximo do evento, podemos observar alguma volatilidade”.
Itaú: Cenário geopolítico
No cenário internacional, Maluhy recorda que o cenário geopolítico, com o preço do petróleo, juros e câmbio, tem feito mais preço do que a questão política. Mesmo assim, o Brasil parece estar saindo relativamente bem dessa história. Isso porque o país se tornou um ‘porto seguro’ em meio ao caos.
“O Brasil tem recebido e tem sido beneficiado por esses fluxos de realocação e, lembre-se, quando sai um fluxo que pode não ser tão relevante para os Estados Unidos e ele é realocado aqui, ele é relevante para o Brasil”.
A entrada de estrangeiros no país pode ser sentida na cotação do dólar. Na última terça-feira, a moeda terminou as negociações a R$ 4,9119, em queda de 1,12%, no menor nível desde janeiro de 2024.
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