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Oportunidade tática: Itaú BBA recomenda comprar ação que sofreu com efeitos da guerra para buscar até 22% de retorno

A guerra no Irã chegou em Minas Gerais (MG), batendo à porta da Direcional (DIRR3). A companhia mineira, assim como o resto do setor, tem sofrido na bolsa graças ao temor de que o efeito inflacionário do conflito acabe gerando uma disparada nos preços da construção civil, movimento que já vem se desenhando.

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Em um mês a companhia acumula perdas de mais de 8%. Para o Itaú BBA, no entanto, isso abre oportunidade para uma alocação tática: comprar as ações, apostando em um movimento de recuperação após quedas recentes.

Segundo o time, existe um potencial de valorização de 22%. A operação sugerida pelo Itaú BBA prevê compra do papel até R$ 13,85, com preço-alvo de R$ 16 e stop loss em R$ 11,28. A ação encerrou o pregão de ontem negociada a R$ 13,09.

O banco pondera, contudo, que uma aceleração dos custos de construção acima das projeções pode levar a novas revisões negativas para os lucros do setor.

Por que comprar Direcional agora?

“A Direcional é uma das empresas menos expostas ao aumento de custos por partir de margens brutas mais elevadas em seus projetos, além de apresentar eficiência operacional superior aos pares”, escreve o time de análise em relatório.

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“Isso é fruto de um maior controle dos custos por unidade, aliado a uma estrutura de despesas mais enxuta.”

Além disso, o banco destaca que os incentivos ao programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), incluindo a possibilidade de suplementação de recursos do FGTS para financiamentos habitacionais, continuam sustentando a tese estrutural para as construtoras voltadas à baixa renda.

Como a construtora se protege dos efeitos da guerra no Irã?

Em teleconferência de resultados nesta semana, o CEO Ricardo Gontijo contou os escudos que a companhia tem para se proteger de uma disparada nos custos de construção.

Atualmente, a empresa possui mais de R$ 2,7 bilhões em recebíveis reajustados majoritariamente pelo INCC, sendo cerca de R$ 1,8 bilhão ligados à operação da Riva, subsidiária da construtora, e outros R$ 900 milhões na carteira de pró-soluto da marca Direcional.

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“Durante algum tempo, fomos bastante questionados por manter uma parcela relevante das vendas financiada diretamente conosco, mas agora esses recebíveis nos trazem um conforto muito grande contra um eventual incremento dos custos”, afirmou Gontijo.

O estoque também ajuda. “Hoje temos pouco mais de R$ 5 bilhões em estoque já lançado, majoritariamente em construção. Sempre existe a possibilidade de reajustar os preços dos nossos produtos caso os custos avancem acima do que foi projetado nos orçamentos para a inflação esperada ao longo da obra”, afirmou o CEO da Direcional.

Entenda detalhes nesta reportagem do Seu Dinheiro.

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