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PetroReconcavo (RECV3) anuncia JCP de R$ 100 milhões após lucro mais que dobrar no 1T26

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Tem dinheiro novo pingando para os acionistas da PetroReconcavo (RECV3). A petroleira anunciou nesta quinta-feira (7) a distribuição de R$ 100 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), ao mesmo tempo em que divulgou um balanço marcado por recuperação trimestral do lucro e queda anual nos resultados.

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O pagamento aprovado pela companhia corresponde a R$ 0,341252 por ação ordinária e será destinado aos investidores com posição acionária em 18 de maio de 2026. A partir de 19 de maio, os papéis passam a ser negociados “ex-proventos”. O pagamento será realizado em 28 de maio.

Depois da data de corte, as ações tendem a sofrer um ajuste na cotação referente ao valor dos proventos distribuídos. Com isso, o investidor pode optar por comprar os papéis antes do prazo para garantir o recebimento do JCP ou esperar o ajuste e adquirir as ações sem direito ao pagamento.

Segundo a companhia, os valores serão imputados aos dividendos mínimos obrigatórios referente ao exercício de 2026.

Lucro sobe no 1T26, mas fica abaixo do ano passado

A PetroReconcavo também divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2026. Entre janeiro e março, a companhia registrou lucro líquido de R$ 124 milhões, mais que o dobro do resultado do quarto trimestre de 2025.

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Na comparação anual, porém, o lucro caiu 46%. A empresa atribuiu o desempenho ao cenário operacional e à menor produção no período.

A receita líquida somou R$ 684 milhões no trimestre, já considerando os efeitos do hedge NDF, um instrumento financeiro usado para proteção contra oscilações do dólar.

O valor representa queda de 3% em relação ao trimestre anterior e recuo de 20% na comparação com o mesmo período de 2025.

Separadamente, a companhia informou a assinatura de aditivos aos contratos de venda de petróleo com a Brava Energia (BRAV3), além de um Heads of Agreement (HoA, ou protocolo de acordo) para negociar um contrato de longo prazo envolvendo o Ativo Potiguar.

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Os aditivos estão em vigor desde 1º de abril de 2026 e terão validade de três meses. Entre as mudanças, a PetroReconcavo destacou a redução de cerca de 40% no desconto da parcela fixa média dos contratos atuais, além da atualização dos mecanismos de ajuste variável.

A empresa afirmou que as negociações para o contrato de longo prazo continuam em andamento e ainda dependem de aprovações societárias. Caso não haja acordo até 31 de julho de 2026, as condições comerciais anteriores voltarão a valer.

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