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Vale (VALE3) dispara na B3: o que está por trás da forte alta nesta segunda-feira (11)?

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Usiminas (USIM5), Vale (VALE3) e outras mineradoras sobem em bloco com minério de ferro após novo estímulo econômico na China

As ações da Vale (VALE3), considerada um dos pesos-pesados do índice, lidera os ganhos do Ibovespa (IBOV) nesta segunda-feira (11) e figura como o terceiro papel mais negociado na B3.

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Por volta de 14h (horário de Brasília), VALE3 subia 2,61%, a R$ 83,62. A ação também movimentava R$ 1,394 bilhão em 32,2 mil negócios.

Mais cedo, o Valor Econômico noticiou que o Supremo Tribunal Federal (STF) adiou, mais uma vez, o fim do julgamento do ‘Caso Vale’ (RE 870.214), que discutirá se o Fisco pode tributar automaticamente lucros de subsidiárias da empresa no exterior, em países com tratado para evitar bitributação.

No caso da mineradora brasileira, as controladas domiciliadas na Bélgica, Dinamarca e Luxemburgo. A medida pode custar mais de R$ 142 bilhões à União.

Outras companhias de mineração e siderurgia também operam em alta. No mesmo horário, CSN (CSNA3) operava estável a R$ 6,68, Usiminas (USIM5) tinha ganho de 1,45% (R$ 9,12) e CSN Mineração (CMIN3) subia 0,62% (R$ 4,84).

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A forte valorização do minério de ferro é o gatilho para o avanço do setor metálico na bolsa brasileira. O contrato futuro mais líquido da commodity, para setembro de 2026, subiu 0,73%, a 822,50 yuans (US$ 121,04) a tonelada na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE), na China.

A commodity ganhou fôlego com novos dados da indústria chinesa.

As exportações de aço da China caíram 9% em abril no comparativo anual, mostraram dados alfandegários no sábado (9), com os embarques que geraram reclamações de parceiros comerciais registrando o pior ano desde 2023.

A China embarcou 9,5 milhões de toneladas de aço, um aumento de 4% em relação a março, mas abaixo do ritmo recorde do ano passado. A redução das exportações de aço ajudam a aumentar os preços e as margens das usinas siderúrgicas, que foram amplamente suprimidas pela superprodução da China.

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Ou seja, em linhas gerais, as exportações menores de aço aumentar a expectativa de reequilíbro nos preços e melhora nas margens das usinas siderúrgicas.

Em abril, as importações de minério de ferro caíram 0,8% em relação ao mês anterior, uma vez que a redução das margens do aço reduziu o apetite de compra do principal ingrediente siderúrgico.

A China, maior mercado consumidor de minério de ferro do mundo, trouxe 103,9 milhões de toneladas no mês passado, abaixo dos 104,74 milhões de toneladas em março e dos 103,14 milhões de toneladas no mesmo mês em 2025.

Além disso, a produção média diária de ferro-gusa, um indicador da demanda de minério de ferro, aumentou 4,6% em abril em relação ao mês anterior, de acordo com um cálculo da Reuters baseado em dados da consultoria Mysteel.

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Os estoques portuários de minério caíram 1,5% em relação ao mês anterior, para 162,65 milhões de toneladas, o menor valor desde o final de fevereiro, segundo dados da consultoria Steelhome.

*Com informações de Reuters

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