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Quase 30 anos depois de receber sua carta de Hogwarts e cruzar a Plataforma 9 3⁄4, Harry Potter deixou de ser apenas uma história de ficção para se tornar um fenômeno global.
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Criado pela escritora J. K. Rowling, o universo do “menino que sobreviveu” ultrapassou os livros e se consolidou como um dos negócios mais lucrativos da história do entretenimento.
Estimativas apontam que a franquia já movimentou entre US$ 25 e US$ 30 bilhões em diferentes frentes. De livros a parques temáticos, o faturamento da franquia parece caber na bolsa sem fundo da Hermione.
Agora, com uma nova adaptação em série a caminho pela Warner Bros., o “mundo bruxo” volta ao centro das atenções, e levanta a expectativa dos fãs.
Um universo de bilhões (e contando)
Tudo começou nos livros. Publicado em 1997, Harry Potter e a Pedra Filosofal apresentou ao mundo um universo que, como um bom feitiço Engorgio bem executado, cresceu rápido demais para ser contido.
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A saga ultrapassou 600 milhões de cópias vendidas em mais de 85 idiomas, consolidando-se como um dos maiores best-sellers da história.
Só com os livros, a arrecadação foi de cerca de US$ 7,7 bilhões. Rowling sozinha teria acumulado mais de US$ 1 bilhão em royalties, entrando para o seleto grupo de escritores bilionários.
E o pomo de ouro segue em jogo: a Pottermore Publishing, braço digital da franquia, registrou US$ 72,6 milhões em receitas apenas em 2025, impulsionadas por audiobooks e edições digitais — prova de que o público ainda quer revisitar Hogwarts, mesmo décadas depois.
Mas foi no cinema que o verdadeiro Expecto Patronum foi conjurado. Os oito filmes da saga principal, somados à série derivada Animais Fantásticos, ultrapassam US$ 10,3 bilhões em bilheteria global.
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Fora das telas, a franquia de Harry Potter também ganhou escala.
Produtos licenciados — de varinhas a roupas, passando por doces dignos da Honeydukes e brinquedos — já geraram cerca de US$ 10 bilhões em parcerias com marcas como Coca-Cola, Lego e outras gigantes globais.
Parques temáticos da Universal Studios transformaram o universo em experiência física, onde fãs podem literalmente atravessar o Beco Diagonal. O tour dos estúdios da Warner Bros., em Londres, já ultrapassou US$ 1,2 bilhão em receitas.
Nos games, o sucesso também é digno de um Accio bilionário. Lançado em 2023, Hogwarts Legacy ultrapassou US$ 1 bilhão, permitindo que jogadores finalmente vivessem sua própria jornada sem precisar esperar pela carta (que, convenhamos, nunca chegou).

Harry Potter rumo a um novo ciclo bilionário?
A Warner Bros. não pretende deixar essa história terminar como uma última página virada.
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Através da sua subsidiária HBO, a empresa prepara uma nova adaptação para streaming, com sete temporadas, cada uma dedicada a um livro da saga.
A promessa é uma versão mais fiel aos livros, explorando detalhes que ficaram de fora dos filmes — algo que os Potterheads sempre ansiaram.
Segundo JB Perrette, chefe global de streaming e jogos da empresa, a produção tem potencial para se tornar “o evento da década”.
E o investimento acompanha a ambição. Estimativas indicam um custo de produção que pode chegar a US$ 60 milhões por episódio, o que pode levar o projeto a superar os US$ 4 bilhões durante a década.
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Com previsão de lançamento da primeira temporada para o dia 25 de dezembro de 2026, a expectativa é dupla: reconectar fãs antigos e atrair uma nova geração de espectadores dispostos a passar pelo crivo do chapéu seletor.
Um império que parece conjurar sua própria longevidade
Poucas franquias conseguem atravessar gerações mantendo relevância cultural e força comercial. Harry Potter é uma delas.
O que começou como a história de um garoto sob a escada se transformou em um universo multimídia que combina literatura, cinema, turismo, varejo e tecnologia.
E, se depender da nova série, o fluxo de galeões em Gringotes está longe de desacelerar.
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